Plástico corrugado vem ganhando espaço em componentes de linha branca, e a Cartonale aplica o material em painéis traseiros e estruturas internas de refrigeradores e lavadoras. A substituição de aço e peças injetadas combina menor custo, redução de peso e simplificação do processo produtivo.
Em um painel traseiro de geladeira, por exemplo, a função estrutural e de vedação não exige necessariamente a mesma massa de uma peça metálica. Nesse prospecto, quando o material oferece rigidez adequada com menor peso, abre-se espaço para revisar componentes tradicionais e repensar soluções que permaneceram praticamente inalteradas por décadas.
Ferramental mais barato acelera o desenvolvimento de novos modelos
Peças em aço ou injetadas exigem moldes e ferramentaria de alto custo, investimento que só se justifica em produções de grande volume e ciclo de vida longo. O plástico corrugado que a Cartonale disponibiliza demanda baixo custo de ferramental, o que reduz a barreira de entrada para o desenvolvimento de novos modelos de refrigeradores e lavadoras, inclusive em linhas de menor volume de produção.
Essa diferença de custo inicial muda o cálculo de viabilidade de variações de modelo que, com ferramentaria cara, dificilmente sairiam do papel dentro do orçamento de desenvolvimento aprovado.
Leveza reduz custo logístico do produto final
A leveza do plástico corrugado em comparação ao aço se soma ao peso total do eletrodoméstico, impactando diretamente o custo de transporte da geladeira ou lavadora já montada até o ponto de venda. Em produtos vendidos em grande volume, essa diferença de peso por unidade se multiplica rapidamente ao longo de milhares de despachos mensais, chegando a representar economia relevante em rotas de distribuição de longa distância.
Com base nisso, fabricantes que avaliam a composição de peças internas em busca de reduzir o peso do produto final encontram, na solução técnica da Cartonale, uma vantagem que não requer alterar o design externo do eletrodoméstico visível pelo consumidor.
Ergonomia na linha de produção reduz afastamentos
Peças metálicas mais pesadas exigem maior esforço físico do operador durante a montagem, fator que contribui para fadiga acumulada e afastamentos por lesão em linhas de produção de alto volume. Em razão disso, a troca por plástico corrugado melhora a ergonomia na linha, já que o operador manuseia um componente significativamente mais leve ao longo de todo o turno de trabalho, repetindo o mesmo movimento centenas de vezes por dia sem o desgaste físico associado ao aço.
Esse ganho ergonômico raramente entra na análise inicial de troca de material, mas costuma aparecer nos indicadores de saúde ocupacional meses depois da mudança, quando o número de afastamentos por esforço repetitivo já apresenta queda mensurável na linha, sobretudo em fábricas que monitoram esse indicador por célula de produção.
Reciclabilidade sustenta metas ambientais do setor
O material é 100% reciclável, característica alinhada às metas corporativas de sustentabilidade que já fazem parte da estratégia de praticamente todas as empresas do setor de linha branca. Substituir aço por um material reciclável em componentes internos contribui para o balanço ambiental do produto sem comprometer sua função estrutural, um ponto que passou a integrar relatórios de impacto ambiental exigidos por grandes redes varejistas antes mesmo de fechar contrato de fornecimento.
Fabricantes de refrigeradores e lavadoras que ainda utilizam aço ou peças injetadas em painéis traseiros e componentes internos encontram, no portfólio de plástico corrugado da Cartonale, uma alternativa capaz de reduzir custo, peso e esforço de produção ao mesmo tempo, sem abrir mão da função estrutural exigida pela peça, mesmo em modelos que já estão em produção há vários anos e cuja engenharia raramente é revisitada sem um motivo comercial concreto.

